Você não deixou eu cuidar de você!
E isso é uma pena porque eu não consegui mostrar pra você metade do que o meu coração queria mostrar. No começo eu tinha certeza que te conhecia, hoje essa certeza morreu junto com a esperança que eu tinha sobre a gente. Era tanta esperança que até um lugar bom para você eu guardei. Era um lugar mágico, que nunca tinha existido antes dentro de mim. Mas você fez questão de destruir antes mesmo que eu regasse para que isso crescesse e se tornasse um dos mais grandes sentimentos.
Você faz ideia do que fez comigo? Não. Você não sabe. Você irá tentar querer saber, mas nunca vai conseguir. Eu só queria um pouco mais de respeito, nada além disso. Eu nunca quis que você gostasse de mim do jeito como eu gosto de você, apesar de chorar escondido todas as vezes em que o meu coração suplicava por um pouco mais de atenção. Eu nunca quis que você fizesse questão de prender a sua vida com a minha! Mas também nunca pensei que você pudesse dar as costas pra mim enquanto eu estava tentando te entender. Você parece que me colocou em um lugar qualquer na sua vida, enquanto eu tentava fazer da gente pessoas melhores, cheias de amor. Eu esperei tanto que você se colocasse em meu lugar para que você entendesse o que eu sentia em todas as vezes que você ria de mim achando que tudo era um drama. Nada aqui era um drama. Tudo aqui era muito amor. Amor dos grandes. Sem fronteiras. Amor querendo amor, o teu amor.
Você me fez se sentir um bosta diante de todas as possibilidades e esforços que eu fazia mais por nós dois do que por mim mesmo. Você não sabe o que fez! Você não sabe o que eu estou sentindo agora!
Você não faz ideia do quanto eu olhava nossas fotos enquanto o relógio passava e você dormia. Você não sabe do quanto eu chorei no meio da escuridão com medo de que tudo isso fosse pelo ralo. Você não acreditaria se eu falasse pra você o quanto eu enchi o a paciência dos meus amigos para falar sobre você, que no mais, era sempre as mesmas coisas. Você não sabe o quanto eu rezei baixinho, o quanto eu respirei fundo, e no quanto eu não queria acordar no outro dia para ir estudar porque eu queria continuar dormindo para morrer. Por muitas vezes, eu não quis olhar para o espelho e ver aquele meu reflexo de gente frustada, que se pergunta o que tá se fazendo da vida, se está mesmo tudo certo ou tudo uma grande confusão. Eu só queria te fazer entender que eu só queria o bem para nós dois e que eu pudesse sentir de ti que isso era reciproco.
Você não faz ideia do quanto me machucou até dentro de um silêncio. O seu silêncio me parecia cortar em vários pedaços. Olha o que eu me deixei passar. Olha as horas que eu perdi para depois tentar achar e te dar. Eu choro e me sinto perdido dentro de tudo isso que eu já vi. Até raiva de mim eu sinto. Mas eu sei que agora vai ser impossível tentar te fazer partir de mim, porque meus pensamentos vão rejeitar toda essa luta, ela será em vão. Eu não quero o que eu preciso fazer. Mas eu também estou sentindo que eu deva ir para algum lugar longe de tudo, para que o meu corpo possa aguentar o tranco de mais uma desilusão. Porque eu só pensei em como salvar os nossos dias, e pensei em como aproveitar cada um deles com você, perto de você. Mas acho que você não percebeu.
Inefável
É difícil aceitar o final quando você se prende a alguém. Não tem sorriso amarelo, aquela palavra de conforto ou aquele abraço que dê jeito. São tempos difíceis para conciliar a alegria em um espaço que agora está vazio.
Eu não queria viver desta maneira com você. Mas você não deixou, eu não deixei, as guerras frente a frente não deixaram. Você matou a minha energia quando eu estava gostando de viver com você. Alguns poderiam achar que eu estava vivendo em uma prisão, mas eu estava enlaçado no amor; em um amor feliz, em um amor compartilhando vidas, fantasias, desejos...
Você não me deixou se permitir com você! Você não deixou se permitir pra mim! Você nunca entendeu que quanto mais perto eu estaria de você, mas feliz eu ficaria. Eu te queria pra mim, sem demais delongas, mas você não me permitiu. Pelo menos não de um jeito melhor que eu gostaria. É triste perder as esperanças em um dia em que você só clama por felicidade. Eu queria que você ficasse com os olhos brilhando quando me visse, e que eu pudesse te equilibrar nessa corda do nosso amor que ainda não tinha rompido.
Você acredita que em alguns momentos das nossas vidas, nós criamos juntos um motivo para nos fazermos tristes? Eu tentei tanto explicar, dá aquela segurança em cada palavra, mas você se virava contra mim e contra o mundo justificando o que realmente nunca existiu. O nosso amor não precisava disso, eu nunca quis isso. Na verdade, eu queria que viciássemos um pelo outro. Eu queria a sua companhia pra fazer da minha vida uma soma, não uma divisão.
Não foi dessa vez que um esforço por amor te fez enxergar o meu desejo que era de te querer.
Gostei tanto do que fomos e eu queria que você gostasse de ver a gente se gostando, como na primeira vez, nos primeiros dias, naquelas noites em que tudo só fazia sentido para nós dois. Todos os dias eu pensei em maneiras de como salvar nossos dias para deixá-los mais aproveitosos. Eu acho que você não percebeu. E aí as expectativas morreram, as esperanças brocharam e o apego sumiu.
O nosso amor era o único motivo para eu comemorar todos os dias e rezar para não acabar logo depois. Eu te amei sem pensar que um dia eu poderia ficar triste. Eu te deixei entrar pra mudar a minha vida sem pensar na bagunça que um dia isso iria se tornar. Eu nos fiz bem mais. Eu te caprichei pra mim e pensei que nem os maiores Deuses pudesse te tirar dos meus braços. Mas eles não deixaram, você também não deixou. E a vida me mostrou que estamos em caminhos diferentes, rodado pelo mundo sem poder darmos as mãos, sem regar o que um dia palpitava meu coração: o nosso amor.
Infelizmente.
Eu não queria viver desta maneira com você. Mas você não deixou, eu não deixei, as guerras frente a frente não deixaram. Você matou a minha energia quando eu estava gostando de viver com você. Alguns poderiam achar que eu estava vivendo em uma prisão, mas eu estava enlaçado no amor; em um amor feliz, em um amor compartilhando vidas, fantasias, desejos...
Você não me deixou se permitir com você! Você não deixou se permitir pra mim! Você nunca entendeu que quanto mais perto eu estaria de você, mas feliz eu ficaria. Eu te queria pra mim, sem demais delongas, mas você não me permitiu. Pelo menos não de um jeito melhor que eu gostaria. É triste perder as esperanças em um dia em que você só clama por felicidade. Eu queria que você ficasse com os olhos brilhando quando me visse, e que eu pudesse te equilibrar nessa corda do nosso amor que ainda não tinha rompido.
Você acredita que em alguns momentos das nossas vidas, nós criamos juntos um motivo para nos fazermos tristes? Eu tentei tanto explicar, dá aquela segurança em cada palavra, mas você se virava contra mim e contra o mundo justificando o que realmente nunca existiu. O nosso amor não precisava disso, eu nunca quis isso. Na verdade, eu queria que viciássemos um pelo outro. Eu queria a sua companhia pra fazer da minha vida uma soma, não uma divisão.
Não foi dessa vez que um esforço por amor te fez enxergar o meu desejo que era de te querer.
Gostei tanto do que fomos e eu queria que você gostasse de ver a gente se gostando, como na primeira vez, nos primeiros dias, naquelas noites em que tudo só fazia sentido para nós dois. Todos os dias eu pensei em maneiras de como salvar nossos dias para deixá-los mais aproveitosos. Eu acho que você não percebeu. E aí as expectativas morreram, as esperanças brocharam e o apego sumiu.
O nosso amor era o único motivo para eu comemorar todos os dias e rezar para não acabar logo depois. Eu te amei sem pensar que um dia eu poderia ficar triste. Eu te deixei entrar pra mudar a minha vida sem pensar na bagunça que um dia isso iria se tornar. Eu nos fiz bem mais. Eu te caprichei pra mim e pensei que nem os maiores Deuses pudesse te tirar dos meus braços. Mas eles não deixaram, você também não deixou. E a vida me mostrou que estamos em caminhos diferentes, rodado pelo mundo sem poder darmos as mãos, sem regar o que um dia palpitava meu coração: o nosso amor.
Infelizmente.
É por essas horas da madrugada que sempre ameaça doer. Quando chega a ser intenso demais, eu começo a sentir que não consigo andar e volto sempre duas ou três casa para a mesma decepção. Meu corpo diz não, mas meu coração não nega e diz sim. Sua voz grita como fantasma em meus ouvidos e eu fico quente e pronto te procurando. Essa mentira que foi publicada em minha vida é a coisa mais pesada que eu não aguento levar. Vem em turbilhão, sai de mim em melancolia, jorra no final como saudade. Eu sinto mais saudade do que amor por você. E me dói por inteiro porque quando aperta a porta da minha alma, eu tento te capturar nas noites achando que você vai me tirar desse precipício de farsa, de estórias de poucas páginas. Mas você não aparece, você sumiu indo em direção ao nada e me deixou sem nada, sobre esse vazio e essa ferida que não cicatriza. Eu sou agora esse menino pequeno que não aguenta mais o pranto da vida só porque você não tá aqui do meu lado. E eu me angustio todo, me desespero por completo porque, para me acalmar, eu precisaria dessas possibilidades infinitas de ternuras que só o teu colo saberia dar. Mas tudo vem oco, e a tentativa de fugir para longe é irremediavelmente a vontade de querer ficar, só que ela maior, é profunda, ela sai do peito e voa pro mundo querendo chegar na tua porta. E se ela chegasse, ela entraria pela a tua fechadura, com todo cuidado, e falaria sobre essa saudade que sai pelos meus poros. É uma saudade que tem gosto. Um gosto de toque me chamando pra fugir. Um gosto de olhares fortes me olhando profundo e penetrando em mim iluminando essa esperança pra vida. Tem gosto que não se pode explicar, mas que daria pra repetir outra e outra vez. Tem um gosto de graça, outras vezes trazendo felicidade. Mas também, quando começa a se misturarem, traz um gosto de mistério, um gosto ruim na boca. E talvez, por causa de todos esses gostos, você tenha provado o do pior e tenha fugido para a toca mais próxima. Mas eu não queria isso sem que antes você pudesse provar do meu beijo cheios de verdades só para que eu tentasse te salvar desses vincos perigosos. Eu te queria fazer acreditar. Eu te queria onde eu estava te esperando, só para que você entrasse na minha mente sem engano. Eu te queria despencando em mim para que depois você não pudesse recuar, fugir, sumir de mim só porque algo lhe causou medo. Aqui não existe medo. Com você não era pra existir medo. Com você, na verdade, nada era pra existir, tudo era pra parar, só pra sentir no fundo esse espasmo de importância quando o amor brota, de algum lugar, algum tipo de entrega. Entrega de dois amores. Eu e você.
A paixão morreu antes de virar paixão. Eu, que contava com você, vi você partindo do meu coração deixando uma pocinha de lama para limpar. Entrei em desespero comigo mesmo porque depois de tanto regar e medicar tudo isso para não entrar em conflito com o mundo, você foi embora deixando dores pessoais cheias de pronomes. E agora eu me pego deitado querendo meia-banda de remédio só pra não doer tanto, pra consegui levantar cheio de graça depois de um murro da decepção de uma paixão que nem firmou. Esse teu medo incondicional por qualquer pessoa que apareça na tua vida, ainda vai te deixar muito sozinho. Eu queria colorir o teu dia, queria encher as nossas promessas com charme. Porque eu sinto ansiedade por você e isso me deixa com urgências dosadas. Eu só queria mais um gole dessa existência boa que é de tá ao teu lado, comprovando essas nossas digitais sobre duas mãos coladas que querem correr juntas de todo um perigo. Aquele pensamento carimbado que me levava ao horizonte quando eu gostava de sentir o teu abraço, que abria mais um capítulo sobre nós.
Cai sempre algumas lágrimas quando eu penso que poderia ter dado certo. Caiem secas, outras vezes ninadas de carência, magrinhas, sem talento. A sua ida deixou alguma espécie de saudade que cresce de surpresa sem que eu perceba para poder arrancá-la. Me apunhala com força e cheia de fantasias, bordadas em um plano que me encontro cabisbaixo sobre uma história que me fez se lançar há algo que simplesmente nunca existiu, mas que eu faria questão que existisse. Porque eu queria caber na parte mais importante do amor junto com você. Queria aconchegar nossa loucura, excluindo os cortes e hematomas que se vulcaniza por conta de vários sofrimentos. Eu queria a gente com profundidade, escondidos sobre as metáforas da vida. Eu queria dar gosto ao cinismo, limpar toda essa merda regida por pessoas que passaram por nossas vidas sem conseguir encher nosso peito. Mas a paixão morreu antes de virar paixão, ela dobrou a esquina mais escura e a mais larga do mundo. E agora a vida segue estranha, sem respostas e sem intensidade nos sorrisos que dou. E nossos caminhos seguem agora paralelos sobre uma pele grossa e silenciosa que só me mata desse outro lado. Me mata porque é desenfreada de inconformismo, cheia de espasmos e vícios sobre o que eu sinto e não pude mostrar porque não te coube esperar, de tão egoísta, esse amor e esse espaço que eu fiz pra você se ocupar.
Cai sempre algumas lágrimas quando eu penso que poderia ter dado certo. Caiem secas, outras vezes ninadas de carência, magrinhas, sem talento. A sua ida deixou alguma espécie de saudade que cresce de surpresa sem que eu perceba para poder arrancá-la. Me apunhala com força e cheia de fantasias, bordadas em um plano que me encontro cabisbaixo sobre uma história que me fez se lançar há algo que simplesmente nunca existiu, mas que eu faria questão que existisse. Porque eu queria caber na parte mais importante do amor junto com você. Queria aconchegar nossa loucura, excluindo os cortes e hematomas que se vulcaniza por conta de vários sofrimentos. Eu queria a gente com profundidade, escondidos sobre as metáforas da vida. Eu queria dar gosto ao cinismo, limpar toda essa merda regida por pessoas que passaram por nossas vidas sem conseguir encher nosso peito. Mas a paixão morreu antes de virar paixão, ela dobrou a esquina mais escura e a mais larga do mundo. E agora a vida segue estranha, sem respostas e sem intensidade nos sorrisos que dou. E nossos caminhos seguem agora paralelos sobre uma pele grossa e silenciosa que só me mata desse outro lado. Me mata porque é desenfreada de inconformismo, cheia de espasmos e vícios sobre o que eu sinto e não pude mostrar porque não te coube esperar, de tão egoísta, esse amor e esse espaço que eu fiz pra você se ocupar.
A casa tá vazia e eu queria saber se você quer vim me ver.
Eu quero que você entre para me contar sobre o seu dia sentado no sofá, ao meu lado. Eu sei que você gosta de contar sobre o seu dia, só porque isso me dá uma vontade de tá no meio de tudo que você faz. Eu quero que você conte qualquer coisa só pra ponta dos meus ouvidos despertarem com a tua voz macia, saindo desses teus lábios limpos e avermelhados. Eu quero te beijar só pra você me passar a cura do meu medo. Porque eu recuo fácil, mas eu não quero ir. Eu quero que você me beije só pra eu te tirar dessa fraqueza que o mundo te causa; Eu sou mais forte do que a tua fraqueza, eu sou mais forte do que o teu mundo, eu fico mais forte por você, se você quiser. Meu coração quer sentir e inchar dessa esperança boa que se instala nos corações de outras pessoas, e que só me causa inveja. Tenho tentação por essa avalanche de felicidade real e eu acho que você é a pessoa certa, mesmo sendo no futuro uma pessoa tão errada.
Você sabe se encaixar em meus pensamentos. Você é a dança que eu mais gosto de acompanhar só pelos passos mais bonitos, porque são os que mais estalam na cabeça, os que mais persistem e os que eu sempre quero mais. E é por isso que eu te reservei pra mim, só pra saber se você quer morar nessa minha caixinha que é pequena, mas que só se sufoca por causa de amor. Porque o que eu ando sentindo é demais e eu quero começar a gastar tudo isso com você porque minhas células querem ficar controladas e porque meus olhos não querem mais lacrimejar por um sonho que não se realizou. Eu quero toda essa coisa linda com você só pra não ter que sobreviver nesse mundo de pessoas robôs, porque mesmo sabendo que o que eu sinto ainda é recém-nascido, ele tem muita cor, e um desejo que se expeli na pele com uma força de vencer essa batalha para chegar até dentro de você, para que assim, possamos ser dirigidos pelo o mesmo chão, de mãos dadas, rolando para bem longe. De qualquer mal.
Eu quero que você entre para me contar sobre o seu dia sentado no sofá, ao meu lado. Eu sei que você gosta de contar sobre o seu dia, só porque isso me dá uma vontade de tá no meio de tudo que você faz. Eu quero que você conte qualquer coisa só pra ponta dos meus ouvidos despertarem com a tua voz macia, saindo desses teus lábios limpos e avermelhados. Eu quero te beijar só pra você me passar a cura do meu medo. Porque eu recuo fácil, mas eu não quero ir. Eu quero que você me beije só pra eu te tirar dessa fraqueza que o mundo te causa; Eu sou mais forte do que a tua fraqueza, eu sou mais forte do que o teu mundo, eu fico mais forte por você, se você quiser. Meu coração quer sentir e inchar dessa esperança boa que se instala nos corações de outras pessoas, e que só me causa inveja. Tenho tentação por essa avalanche de felicidade real e eu acho que você é a pessoa certa, mesmo sendo no futuro uma pessoa tão errada.
Você sabe se encaixar em meus pensamentos. Você é a dança que eu mais gosto de acompanhar só pelos passos mais bonitos, porque são os que mais estalam na cabeça, os que mais persistem e os que eu sempre quero mais. E é por isso que eu te reservei pra mim, só pra saber se você quer morar nessa minha caixinha que é pequena, mas que só se sufoca por causa de amor. Porque o que eu ando sentindo é demais e eu quero começar a gastar tudo isso com você porque minhas células querem ficar controladas e porque meus olhos não querem mais lacrimejar por um sonho que não se realizou. Eu quero toda essa coisa linda com você só pra não ter que sobreviver nesse mundo de pessoas robôs, porque mesmo sabendo que o que eu sinto ainda é recém-nascido, ele tem muita cor, e um desejo que se expeli na pele com uma força de vencer essa batalha para chegar até dentro de você, para que assim, possamos ser dirigidos pelo o mesmo chão, de mãos dadas, rolando para bem longe. De qualquer mal.
Eu queria que você sumisse de mim querendo ficar por pura opção do amor. Você é a minha opção de amor favorita e é tudo isso que me confunde e eu gosto. Eu gosto porque no fundo é você quem me tateia algo macio na palma da mão. Eu gosto porque essas palavras escritas serão sempre algo que me conforta aqui fora, já que por dentro é sempre você. Eu gosto porque, por um momento, eu sou feliz sem perceber. Eu gosto porque, mesmo longe, você permanece sem saber que se foi. Eu gosto porque, nessa fantasia que é o pensamento, ela forma na minha cabeça o caminho mais fácil entre nós. Eu gosto porque você me acompanha, mesmo descompassado. Eu gosto porque tenho uma incontrolável e desmascarada ansiedade por ti. Eu gosto porque você moe o meu coração e eu sofro de saudade e eu nem ligo. Eu gosto porque em cada pensamento é um pouco (sempre) mais de ti. Eu gosto porque você não me deixa sobras. Eu gosto porque incrivelmente eu te vejo em todos os cantos e lados do mundo. Eu gosto porque eu consigo escapar de mim só para chegar em nós. Eu gosto porque eu gosto de pensar que somos duas solidões tentando se encontrar para se fundir e dá essa esperança no fundo do peito. Eu gosto porque você limpa essa minha desordem cabisbaixa sobre a vida e o amor. Eu gosto porque você se fragmenta em mim, porque você cria um laço inesperado e um nó bem apertado, também. Eu gosto porque eu me sinto da tua altura e posso te falar tudo ou apenas te olhar. Eu gosto porque eu rodopeio distraído por essa lama que se fundiu e que eu não gosto de limpar só porque um dia você passou por aqui. Eu gosto porque eu fico confuso, mas eu gosto. Eu gosto porque tudo isso me dá um gosto de quero (sempre) mais. Eu gosto porque eu posso guardar isso (sempre) e muito mais pra outro dia, só pra não ter o gostinho de te perder. Eu não posso te perder (mesmo que aqui dentro do pensamento), porque eu me perderia e ficaria vago e vazio. Eu não quero e não posso te perder (mesmo que aqui dentro do pensamento) porque mesmo longe, você é uma parte completa de mim, a que me dá suficiência para carregar algo nas costas. Eu não posso e não quero te perder (mesmo que aqui dentro do pensamento), porque eu gosto tanto e sempre disso que eu fiz dessa parte a mais bonita, a parte que eu gosto sempre de voltar porque há amor, porque há da gente, uma possibilidade tão grande, de se amar.
Abro a boca e as palavras se contraem e se contorcem. A tua saudade se apropria de mim, e a tua fala sempre bem dita grita na cabeça. Fecho os olhos para tentar esquecer, mas você penetra em mim poesias que gemem em cada gesto chato que sai de dentro pra fora. Minhas frases são aflitas e o meu medo tem cara de abandono. Essa saudade tem gosto de história esquecida, jogada no alto mar por alguém tão bonito e supervalorizado dentro do meu coração tão pequeno. O teu corpo, que era meu tutor, se tornou escorregadio dentro de um abraço, ele não enrosca mais em mim porque o que eu era já se foi. O silêncio se tornou carícias profundas e longas em todas às noites, e o lençol já não me cobre por inteiro por tá tão grande em dor.
Eu queria te mudar de mim violentamente mesmo sabendo que isso é um crime. Esse teu carma ainda me magoa e você não sabe porque você me magoou cuidadosamente. Agora eu sou descrente dessa vida que eu achava que era mágica, só porque você se foi. Isso se transformou em pesadelo; Um pesadelo revoltado, discordando de tudo, querendo ficar... E eu louco pra ir mas não consigo. Eu ainda durmo sem sono e acordo pedindo a cura para te destruir de mim, porque o que eu quero é manter essa plenitude nas coisas e nas caminhadas matinais que se transformou em chuva com nuvens cinzas em cima da minha cabeça. Eu ainda tento te matar em mim comendo uma pizza já esquecida e ouvindo James Vicent gritar agudo e em perfeita sintonia com o que eu sinto.
Minha vontade é de escrever mais outras cartas depois dessa e te detonar dentro de casa tomando o meu vinho que eu coloquei dentro do meu café-da-manhã. É tanta raiva, mas ainda é tanto amor. A minha pose espiritualista com um discurso saudável de que ''tudo isso vai passar'' deve tá dentro dessa minha casa, escondida não sei onde, desmoronada, arruinada. Eu levo em mim o peso por dois, estou dentro de uma casa de um sentimento só. Tô posando de apático por conta da saudade. Tô posando cheio de dor nesse campo de desconcentração. Há muito tempo eu sou essa tristeza intransitiva, essa ilusão mal curada e ironicamente essa porta que não fecha porque ainda espera, com um pouco de esperança, um copo cheio do teu amor. Eu tenho essa fé que ainda alimenta essa minha porção individual de vida sobre as coisas, de posse sobre alguém. Essa minha fé, apesar de ser um tumulo desconhecido, não importa o ensaio da recaída, é um pouco de reencontro almejado destruindo essa outra minha porção de saudade.
Eu queria te mudar de mim violentamente mesmo sabendo que isso é um crime. Esse teu carma ainda me magoa e você não sabe porque você me magoou cuidadosamente. Agora eu sou descrente dessa vida que eu achava que era mágica, só porque você se foi. Isso se transformou em pesadelo; Um pesadelo revoltado, discordando de tudo, querendo ficar... E eu louco pra ir mas não consigo. Eu ainda durmo sem sono e acordo pedindo a cura para te destruir de mim, porque o que eu quero é manter essa plenitude nas coisas e nas caminhadas matinais que se transformou em chuva com nuvens cinzas em cima da minha cabeça. Eu ainda tento te matar em mim comendo uma pizza já esquecida e ouvindo James Vicent gritar agudo e em perfeita sintonia com o que eu sinto.
Minha vontade é de escrever mais outras cartas depois dessa e te detonar dentro de casa tomando o meu vinho que eu coloquei dentro do meu café-da-manhã. É tanta raiva, mas ainda é tanto amor. A minha pose espiritualista com um discurso saudável de que ''tudo isso vai passar'' deve tá dentro dessa minha casa, escondida não sei onde, desmoronada, arruinada. Eu levo em mim o peso por dois, estou dentro de uma casa de um sentimento só. Tô posando de apático por conta da saudade. Tô posando cheio de dor nesse campo de desconcentração. Há muito tempo eu sou essa tristeza intransitiva, essa ilusão mal curada e ironicamente essa porta que não fecha porque ainda espera, com um pouco de esperança, um copo cheio do teu amor. Eu tenho essa fé que ainda alimenta essa minha porção individual de vida sobre as coisas, de posse sobre alguém. Essa minha fé, apesar de ser um tumulo desconhecido, não importa o ensaio da recaída, é um pouco de reencontro almejado destruindo essa outra minha porção de saudade.
Você soltou minhas mãos e esqueceu de dar tchau. Eu tinha tanta coisa pra dizer e você mudou assim de mim, evaporou em segundos, sumiu da minha vista. Agora a sua ausência me corta mais do que facas, ela rasga a minha alma e é impossível não soluçar de tristeza. Você era imperfeitamente compreensível, e eu gostava de te desvendar sobre essas pausas imprecisas quando o amor chia em complicação. Era tanta afinação que agora desafinou e quebrou a corda que estende o corpo para aprender essas coisas de gente.
O amor é um dever de casa que gente aprende sozinho. E agora eu só escuto os teus silêncios que não se hesitam em ir. Eles brincam, eles ousam tirar de mim o que eu tenho de mais bonito: o grito dos meus sentimentos. E é um grito tão bonito que não incomoda. Mas você não quis. Não quis ficar porque achou que não estava dentro. Você era o verso mais bonito de todos os versos mais bonitos existentes no mundo e o verso mais bonito que eu criava na folha de um papel qualquer. Você não se parecia com ninguém justamente para ser todo o mundo, e é disso que eu sinto mais saudades. É tanta saudade que eu me sinto um estranho olhando pro espelho que reflete esse amor rejeitado, não entendido. E a vida que era pra seguir, me cega. E a chuva que era pra vim, vem cinza em dias vãos.
Eu queria te amarrar de volta em mim, mas a saudade manchou esse amor original. Eu queria o teu abraço pra sentir o horizonte, mas a gente estar entre quatro milhões de paredes. Eu queria o teu coração fundo para senti-lo me amar sem fundamento. Eu queria continuar sonhando esse sonho de olhos abertos para me cobrir de realidade. Eu queria essa coragem que destrói até a saudade para tentar ser feliz contigo. Eu queria nos melhorar para não nos enganarmos. Eu queria o seu amor até vários pontos e encontrar esses pontos quentes e prontos até para mais uma partida de amor. Eu te queria tanto, que por respaudo da saudade, não tô me querendo nunca mais.
O amor é um dever de casa que gente aprende sozinho. E agora eu só escuto os teus silêncios que não se hesitam em ir. Eles brincam, eles ousam tirar de mim o que eu tenho de mais bonito: o grito dos meus sentimentos. E é um grito tão bonito que não incomoda. Mas você não quis. Não quis ficar porque achou que não estava dentro. Você era o verso mais bonito de todos os versos mais bonitos existentes no mundo e o verso mais bonito que eu criava na folha de um papel qualquer. Você não se parecia com ninguém justamente para ser todo o mundo, e é disso que eu sinto mais saudades. É tanta saudade que eu me sinto um estranho olhando pro espelho que reflete esse amor rejeitado, não entendido. E a vida que era pra seguir, me cega. E a chuva que era pra vim, vem cinza em dias vãos.
Eu queria te amarrar de volta em mim, mas a saudade manchou esse amor original. Eu queria o teu abraço pra sentir o horizonte, mas a gente estar entre quatro milhões de paredes. Eu queria o teu coração fundo para senti-lo me amar sem fundamento. Eu queria continuar sonhando esse sonho de olhos abertos para me cobrir de realidade. Eu queria essa coragem que destrói até a saudade para tentar ser feliz contigo. Eu queria nos melhorar para não nos enganarmos. Eu queria o seu amor até vários pontos e encontrar esses pontos quentes e prontos até para mais uma partida de amor. Eu te queria tanto, que por respaudo da saudade, não tô me querendo nunca mais.
A dor do amor é sempre um sonho que se sonha caindo. Você acorda assustado, se senta na cama, clama pela a fome de respostas ou então vomita mesmo sem elas. Conheço de longe - e de perto também -, essa minha dor. É a dor de estar inflado demais para conseguir se saciar sozinho, é a dor de se sentir desproporcional ao meu próprio tamanho.
Não faz sentido pra mim e chega até ser bobo querer fazer por pensar demais. É sempre uma vontade de mastigar algo, mesmo com essa mão que sai do meu estômago para colocar tudo pra fora e estapear o meu mundo. Meu coração sempre cai em qualquer porcaria porque ele sempre acha que tudo é vitamina. Ele não sabe triturar para os pouquinhos passar porque ele é cheio de gana, ele é um coração esquizofrênico.
Daí quando a loucura acontece eu me pergunto velho de tanto saber: ''tudo de novo, meu Deus?'' Eu sempre pioro pro amor, eu sempre pioro por causa de você. E não dá pra curar porque você é o meu antes e o meu depois. Você tá à mil de mim, e eu te coloquei em meu cosmo e não consigo explodi-lo porque já não sei do nosso começo. Eu me fiz em desejos pra ti e é de lá de onde saímos.
Não dá pra deletar porque eu teria que ter feito isso bem antes, e isso se criou antes mesmo d'eu nascer para o amor. Eu nunca tô preparado para os disturbios do amor, e isso me complica demais. E é por isso que, mais uma vez de inúmeras vezes, eu estou te escrevendo do meu quarto escuro que não se clareia porque você não está aqui. A vida ultrapassando o meu quarto e esses pequenos momentos de vertigens em que eu encontro um pouco de amor, eles me congelam me dando uma falsa sensação de que pode ser bom pra sempre, assim, desse jeito mesmo. Poucas coisas estão sendo tão claras que eu tô morrendo e não tô conseguindo voltar à vida. Meu riso congelou-se, a alegria dispersou-se e eu odeio essa tristeza e essa saudade tão moderna e sempre nova que me esmaga na cama. Eu queria parar com essa vidinha tão pequena e ter um amor pra vida. Mais, mais e sempre mais. Queria valer à pena essa sombra que dá na alma, esse cinismo no amor. Mas volto pra dor; A dor nas costas de um sonho que pesa. A dor nos olhos de uma aceitação. A dor dos suspiros na madrugada. A tortura quando me sinto sempre na espera de você. A dor dos desejos que tocam como músicas e cai lá no cérebro se transformando em nauseas. A dor dessa grande desafinação da minha imaginação e esse amor escravo tão mal, tão prejudicial pra quem sente.
E é isso! Uma dor por cima de outras tantas que não acabam por estarem alcoolizadas em ti, cheias de saudades, dentro de uma caixinha reservada lá no pensamento para ser resolvida depois de tantas outras dificuldades. Porque ela é a dificuldade mais chata, mas também a mais bonita da pessoa mais bonita que eu já vi desarrumando uma outra pessoa. Colocando esse encatamento puro com um pouco de dor porque até na falta de dor tem muita dor. E na falta dele, não tem eu. Não tem o sol, não tem as formigas, não tem aquele corpo cheiroso grudado no pensamento e não tem aquele inferno que, olhando da forma mais irônica e da forma que dissipa, parece mais um pedaço do céu.
Não faz sentido pra mim e chega até ser bobo querer fazer por pensar demais. É sempre uma vontade de mastigar algo, mesmo com essa mão que sai do meu estômago para colocar tudo pra fora e estapear o meu mundo. Meu coração sempre cai em qualquer porcaria porque ele sempre acha que tudo é vitamina. Ele não sabe triturar para os pouquinhos passar porque ele é cheio de gana, ele é um coração esquizofrênico.
Daí quando a loucura acontece eu me pergunto velho de tanto saber: ''tudo de novo, meu Deus?'' Eu sempre pioro pro amor, eu sempre pioro por causa de você. E não dá pra curar porque você é o meu antes e o meu depois. Você tá à mil de mim, e eu te coloquei em meu cosmo e não consigo explodi-lo porque já não sei do nosso começo. Eu me fiz em desejos pra ti e é de lá de onde saímos.
Não dá pra deletar porque eu teria que ter feito isso bem antes, e isso se criou antes mesmo d'eu nascer para o amor. Eu nunca tô preparado para os disturbios do amor, e isso me complica demais. E é por isso que, mais uma vez de inúmeras vezes, eu estou te escrevendo do meu quarto escuro que não se clareia porque você não está aqui. A vida ultrapassando o meu quarto e esses pequenos momentos de vertigens em que eu encontro um pouco de amor, eles me congelam me dando uma falsa sensação de que pode ser bom pra sempre, assim, desse jeito mesmo. Poucas coisas estão sendo tão claras que eu tô morrendo e não tô conseguindo voltar à vida. Meu riso congelou-se, a alegria dispersou-se e eu odeio essa tristeza e essa saudade tão moderna e sempre nova que me esmaga na cama. Eu queria parar com essa vidinha tão pequena e ter um amor pra vida. Mais, mais e sempre mais. Queria valer à pena essa sombra que dá na alma, esse cinismo no amor. Mas volto pra dor; A dor nas costas de um sonho que pesa. A dor nos olhos de uma aceitação. A dor dos suspiros na madrugada. A tortura quando me sinto sempre na espera de você. A dor dos desejos que tocam como músicas e cai lá no cérebro se transformando em nauseas. A dor dessa grande desafinação da minha imaginação e esse amor escravo tão mal, tão prejudicial pra quem sente.
E é isso! Uma dor por cima de outras tantas que não acabam por estarem alcoolizadas em ti, cheias de saudades, dentro de uma caixinha reservada lá no pensamento para ser resolvida depois de tantas outras dificuldades. Porque ela é a dificuldade mais chata, mas também a mais bonita da pessoa mais bonita que eu já vi desarrumando uma outra pessoa. Colocando esse encatamento puro com um pouco de dor porque até na falta de dor tem muita dor. E na falta dele, não tem eu. Não tem o sol, não tem as formigas, não tem aquele corpo cheiroso grudado no pensamento e não tem aquele inferno que, olhando da forma mais irônica e da forma que dissipa, parece mais um pedaço do céu.
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